terça-feira, 25 de dezembro de 2007

sábado, 22 de dezembro de 2007

Vivendo e... com a pulga atrás da orelha!

Puxa vida... como eu entendo tão pouco desse negócio de teatro e cultura...

Ao ler pela primeira vez o post de um amigo no Orkut sobre o antropofagismo cultural proclamado por Oswald de Andrade e O TAL do grito quadrifônico da independência, confesso que pensei comigo mesmo: "Hein??? Entendi não... mas falou bonito." haha Daquele jeitinho mesmo que eu acho que nunca deve ser feito... rs

Resolvi na minha cabeça que antropofagia era uma palavra bonita pra se lançar no meio de uma discussão sobre teatro. (o.O)

Pesquisar que é bom... NADA! Até agora... 1:00h da manhã de sexta para sábado quando resolvi procurar no google e ler o bendito Manifesto Antropofágico... Santa ignorância essa minha... Confesso não ter entendido metade das coisas. Isso me levou a pensar:

Se eu tivesse respondido alguma coisa menos vergonhosa do que "li somente um livro esse ano" naquela enquete (da comunidade) talvez eu estivesse mais por dentro...

Enfim, isso só serve para confirmar que a idéia que surgiu de criarmos um grupo de estudos teatrais está cada vez mais necessária para me atualizar.

Se você, como eu, não tem a menor da idéia do que seja o Manifesto ou do que viria a significar antropofagia nesse caso... taí a transcrição do tal do Manifesto da Pulga atrás da orelha... Quem quiser que me acompanhe...

Ainda tem muito o que aprender e eu sou o primeiro na fila agora...

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Incurável

Me percebo incurável de um mal que não sabia, até pouco tempo, sofrer dele. Sofro da falta de palavras para descrever meus sentimentos. Talvez esse mal já me acompanhe desde a época em que não sabia falar de amor nem admitir amar, mas disso, graças a Deus, já fui curado. Terapia de choque. Bater de frente com o seu medo e perceber que ele veio pra ficar, melhor se acostumar com ele. E, no final das contas, até que ele nem é tão mal assim.

Quando me deixei amar com palavras, percebi que algo se libertava dentro de mim. Um elo de relacionamentos verdadeiros e sinceros se fechava e um leque de oportunidades se abria. Caminhos de um mundo que até então não conhecia bem - a amizade. Mas, se não me engano, já falei sobre isso por aqui.

Hoje enfrento meu medo das palavras que escrevo e espero que disso saia algum fruto bom. ao menos aproveitável. Isso é o que me leva a escrever esse texto sem fim. O medo de terminá-lo.

domingo, 25 de novembro de 2007

Língua no vermelho


Estive pensando:
A gente se cria pra algo... o mundo nos exige o inverso.
No final, todos pagamos língua!

Bem que eu queria ter um saldo devedor menor.

sábado, 17 de novembro de 2007

... 9

Ok, ok... Bem que eu tive a boa intenção de falar sobre todos os filmes que assisti essa semana, mas o número fugiu ao meu controle. Foram nove ao todo, de sábado a sábado. Por esse motivo, vou me limitar a dar uma avaliação breve de cada um:

1- Fale com ela **** - sutilmente provocador; bom.
2- Garota, Interrompida ***** - Atuações fantásticas; muito bom.
3- Uma lição de amor **** - Boas atuações e história que vale a pena; bom.
4- O maior amor do mundo ** - História pouco envolvente, imagens pouco atrativas e atuações medianas; ruim.
5- Um ato de coragem *** - Hollywood; normal.
6- 1408 **** - Vale ver a atuação de John Cusack, mas o roteiro peca em alguns pontos; bom.
7- Volver **** - Envolvente, surpreendente; bom.
8- O cheiro do ralo ***** - Cinco estrelas pelo inusitado bem trabalhado; muito bom.
9- Antes só do que mal casado ** - Massivo, idêntico aos outros; ruim.

Ps. São só minhas opiniões, não tenho a intenção de bancar o crítico de cinema.

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

1, 2...

Essa semana estou me dando o privilégio de assistir a 5 filmes que aluguei em meio ao caos de trabalhos e provas da faculdade. Os dois primeiros foram: "Fale com ela" e "Garota, interrompida".

"Fale com ela", de Almodóvar, a princípio me causou medo, simplesmente pela concepção geral do que é Almodóvar na boca do povo. Confesso que torci sombrancelhas e mostrei caretas a esse nome por muito tempo. Mas como a Pipa mesmo me disse: "É seu primeiro Almodóvar, né? Tadinho!" e ela deve ter razão. Gostei muito do filme e acho que acima de tudo tive a oportunidade de avaliar a tal "concepção geral" descobrindo que não está errada, apenas distorcida - ou não. Mas enfim, ainda não expresso opiniões além do "gostei ou não". Dizem que a primeira vez é sempre meio inconclusiva...

De "Garota, Interrompida" sinto-me mais livre pra falar, afinal James Mangold não é um mito. O filme conta com atuações fantásticas de Winona Ryder, Angelina Jolie - vencedora do oscar de atriz coadjuvante pelo papel - e Whoopy Goldberg. Esta última, aliás, sendo a que mais me surpreendeu. Que seu trabalho é de qualidade eu nunca duvidei, mas acho que nunca a vi tão forte e ainda assim tão "suave" na cena. Uma personagem coerente e consciente do seu papel. O filme inteiro é uma beleza, recomendo.

Na sua próxima ida à locadora, considere as duas opções.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Lembrei desse poema hoje...

Essa definitivamente é a minha parte favorita do filme Patch Adams e uma das poucas que me arrancam lágrimas solitárias todas as vezes. Abaixo está o poema completo:

Sonet 17 of Pablo Neruda's 100 Love Sonets

I do not love you as if you were salt-rose, or topaz,
or the arrow of carnations the fire shoots off.
I love you as certain dark things are to be loved,
in secret, between the shadow and the soul.

I love you as the plant that never blooms,
but carries in itself the light of hidden flowers;
thanks to your love a certain solid fragrance,
risen from the earth, lives darkly in my body.

I love you without knowing how, or when, or from where.
I love you straightforwardly, without complexities or pride;
so I love you because I know no other way

than this: where I does not exist, nor you,
so close that your hand on my chest is my hand,
so close that your eyes close as I fall asleep.

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Pérolas de Sabedoria

Matheus Nachtergaele em entrevista sobre a experiência de trabalhar no filme "Cidade de Deus" com atores que nunca haviam feito outro trabalho.



"Às vezes me perguntam como foi trabalhar com atores não-profissionais e eu sempre odiei essa palavra assim: Eu sou profissional. Eu não entendo isso muito e acho que isso está deturpado . Esse termo pra mim ficou misturado com correria atrás de dinheiro, independente de qualquer coisa, sabe? Eu estou muito mais ligado nas vocações das pessoas do que se elas são profissionais ou não. E eles sabiam o filme, queriam o filme e eram, então, na minha opinião, os mais profissionais que eu já tive a honra de ver. Porque estavam envolvidos, estavam vocacionados no momento do filme, dedicados, esforçados e é assim que a gente chama o cara profissional, quer dizer, o cara que quer, que dá o melhor de sí, o cara que entende o que está fazendo, que tem uma sacação, uma tirada ótima de pura inspiração por causa do envolvimento dele com o trabalho e eles estavam assim. Quer dizer, eles eram os atores mais profissionais do cinema, sendo que não eram os profissionais. Me fez pensar sobre isso também, conheço tanta gente que é considerada profissional e que vai pro set entediado... 'Mais um filme', sabe? Foi, assim, um banho de respiro, de frescor nesse sentido. Me relembrar que o profissionalismo, apesar do meu ódio à essa palavra, é a entrega, a paixão, o estar disponível a maior parte do tempo pra que o projeto dê certo e isso acho que acontecia com todos os meninos do 'Cidade de Deus' e com a equipe em geral."

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Caixinha de sugestões

Se houvesse uma caixinha de sugestões que enviasse os recados direto para o céu meu recado de hoje seria:


"A quem possa interessar,


O uso da luz branca tem sido altamente recomendado para economizar energia e diminuir o calor do ambiente. Consciência ambiental é tudo.


Ass. Anônimo"


Ou você acha que eu ia entrar nessa briga? O cara faz a mesma coisa há milênios...

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Quem tem medo da arte?

Ultimamente algumas coisas me motivaram a pensar melhor sobre a arte e a maneira como deve ser encarada por qualquer grupo amador. Sei que minhas opiniões, mais que as de qualquer outra pessoa, são as de um leigo, mas existe algo que me intriga nos grupos que dão certo mesmo sem fazer sucesso ou se dedicarem em tempo integral à arte.

São pessoas que se consideram amadoras, por vezes não desejam aquilo como futuro profissional, mas com certeza se consideram e agem como artistas. Não sei porque a palavra amador tomou um sentido tão pejorativo em alguns meios. "Vocês são APENAS amadores, nunca poderão ser como os profissionais". Talvez isso seja verdade em alguns aspectos, mas quem é o responsável por traçar a linha entre o talento amador e o talento profissional? "Se você consegue fazer isso, isso e aquilo, então você é um amador, se conseguir fazer algo mais, será então um profissional". Na minha concepção essa linha não pode existir e muitos artistas amadores - no melhor sentido da palavra - já desafiaram esse pensamento.

Se tornar um artista é um processo. É preciso aceitar que a arte tem vida própria. A arte alcança o público para passar uma idéia formada pelos artistas. Se o público pudesse moldar a idéia do artista, já não seria mais arte, seria um retrato do que o espectador gostaria de ver. A arte, porém, não quer falar sobre o que o público quer ouvir, mas sobre o que é relevante para o artista. A arte tem o objetivo de questionar e não de afirmar. Quem tenta moldar a arte, tem medo de mudar de idéia.

Não pretendo deixar segredos de sucesso nesse post ou nesse blog, afinal quem sou eu para fazer isso? Sou apenas alguém que resolveu dar a sua opinião para quem quisesse ler e, talvez, entender e contestar.

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

É isso que tenho que aguentar...

Oportunidade de Estágio

Titulo: Estágio na aréa de alimentos
Empresa: Confidencial
Curso(s): Engenharia de Alimentos, Nutrição
Período(s) Todos
Sexo: Ambos
Idade: Não informada
No. de Vagas: 2
Horário: tarde (10h às 16h15), noite (16h às 22h15)
Bolsa: R$ 400.00
Benefício(s): Alimentação Na Empresa , Vale Transporte
Função: Assistente de cafeteria e restaurante

sábado, 13 de outubro de 2007

No meio do caminho...

Bem que eu tentei escrever algo legal...
tropecei na formatação...

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

<:o)


Hoje "O palco" completa um ano de carreira. Parabéns para nós!

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Contraria(N)do

Podia ficar mais um momento, mas resolveu ir...
Podia respirar mais um pouco, mas resolveu segurar...
Podia fazer muitas coisas, mas resolveu fazer justamente o contrário...
Fazendo assim, aprendeu a dar valor.

Deu valor até quando pode...
Deu saudade...
Bateu a nostalgia.

Fez tudo de novo...
Mas dessa vez ao contrário...
Do contrário...
Se contrariava.

sábado, 6 de outubro de 2007

Abusei...

É fato que boas peças ficam em cartaz por muito tempo. Nesse tempo que me divertia com a idéia do paulista, paulista, paulista que vocês já cansaram de ler, me diverti ao pensar na extrema diferença que existe entre o cenário Belorizontino e Paulistano de cultura e as atrações que eles sustentam. Mais precisamente isso me ocorreu quando passeava pelo site da Belotur e percebi que Belo Horizonte sustenta uma peça de temporada quase infinita.

Cansei de contar as vezes em que perguntei a alguém sobre a última vez que foi ao teatro e a pessoa me respondeu: "Ah, fui assistir 'Meu tio é tia'... é ótimo, você morre de rir". Eu particularmente nunca tive coragem de ir assistir à essa peça - não estou pronto pra morrer ainda - mas por conversas que já tive com pessoas de opinião semelhante à minha, acredito que ela faz parte de uma política de "Pão e Circo" que impera em BH.

Segundo a Wikipédia, em um artigo talvez um pouco inadequado para os fins, "Pão e Circo" era uma conhecida política do Imperador César, exercida no Antigo Império Romano (...) uma maneira de contentar a população oferecendo comida e diversão, dessa maneira obliterando o espírito crítico e a capacidade ativista e contestadora.

Confesso que quando escrevi pela primeira vez nesse artigo a expressão "Pão e Circo" o fiz só porque achei que era legal, mas como pôr links no post dá a idéia de que você realmente pesquisou e se dedicou para completá-lo, resolvi procurar saber. Acho que o que mais me impressionou foi uma frase que talvez descreva exatamente o que quero dizer: obliterando o espírito crítico e a capacidade ativista e contestadora.

Em Belo Horizonte ou você come com os amigos, ou você assiste com os amigos.

-Onde você foi hoje?
-Fui assistir um cinema com os amigos...
-Fui comer com os amigos...
(nesse caso, abre-se uma exceção e beber se torna parte da categoria comer)

Até quando você resolve simplesmente ir ao parque, nós inventamos de fazer piquenique. Aí está o nosso Pão.

O Circo, então, consiste numa falsa cultura representada por peças como "Meu tio é tia", "Greta Garbo, quem diria, acabou no JK" e, é claro, "Como sobreviver em festas e recepções de Buffet escasso" - outra que sobrevive mais que barata em explosão de bomba atômica.

Ir ao teatro é bonito de dizer, mas tem se tornado cultura inútil como muitas outras. Ninguém gosta de pensar, questionar e criticar. Esse é o efeito que eu creio ser causada pelo "Pão e Circo" de Belo Horizonte. Comemos, nos fartamos, e depois vomitamos de tanta "cultura" que é injetada em nossas veias. Ah, sim! Agora somos completos.

Ainda bem que podemos ter a certeza de que durante todo processo de "obliteração do espírito crítico" já ocorrido na história, houve uma força contrária. E na maioria das vezes venceu. Procure as boas coisas de BH, elas existem.

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Quem quer Galpão põe o dedo aqui...


Hoje tem apresentação do DVD "Romeu e Julieta em Londres" do Grupo Galpão na praça do Papa, 20h. Ótimo jeito de começar essa temporada paulistana. Infelizmente não sei se poderei ir, mas queria muito.
Faculdade é assim mesmo...


Enfim... a "Higiene e Legislação" me espera. =/

terça-feira, 2 de outubro de 2007

"Break a leg", BH!

Está de volta a época mais gostosa do ano. Eu particularmente acho. Esse finalzinho de frio, as atrações culturais saindo pra passear na praça e sempre boas opções pelos teatro da cidade também. Foi nessa época que conheci pessoas que mudaram muito meu jeito de ser, agir e pensar. Nessa época também que descobri outras pessoas que estavam bem debaixo do meu nariz e tinham muito a me oferecer... mais do que eu imaginava.

Essa época me faz sentir um pouco europeu... Tá bom, nem tanto. Talvez paulista. Vivendo onde as coisas acontecem fora dos shoppings e restaurantes, e mesmo dentro, o clima simplesmente mudou.

Época que descobri meu prazer de "bloguear" por aqui, e que me rendeu boas conversas. Aliás, não poderia deixar de colocar aqui a notícia de nosso primeiro aniversário. Dia 11 de Outubro, viu? Os presentes você pode mandar por aqui mesmo...

Enfim, estou ansioso pelos shows, óperas, teatros e afins dessa época paulistana de BH. Que seja bom, muito bom, enquanto dure.

domingo, 30 de setembro de 2007

O velho novo sonho

Encontrei a razão do meu blog estar tão parado e acho que ela não é novidade pra ninguém. "O palco dos meus pensamentos" tem estado vazio de uns tempos pra cá. Os sonhos teatrais estão cada vez mais longe e, estranhamente, porém não inexplicavelmente, levaram consigo as revoltas e as metáforas.

Não queria que tivesse sido assim. Um relacionamento terminado sem acabar o amor, mas, como sempre no final dessas histórias clichê, alguma coisa reacende uma fagulha capaz de causar uma verdadeira revolução interior.

Não sei se aconteceu tamanho dramalhão dentro de mim, mas fato é que ontem voltei a sonhar - não sem medo - em escrever uma peça, fazer algo diferente, mudar o conceito do teatro cristão e fazê-lo ser adorado por todos. Salvas as devidas proporções (lembra do medo?).

Sonhei com um casal de irmãos. Irmãos como (quase) todos os outros, com infinito amor e ínfimo relacionamento. Sonhei que foram castigados de forma estranha, aí sim, forma que só acontece no teatro, castigados a... brincar. Brincar no quintal, onde, quem diria, existe uma árvore de livros...

Enfim, daí pra frente não interessa muito mais, afinal, se um dia essa peça existir você não vai querer saber o final. Saiba, porém que eu sonho novamente, menos do que devia, mais do que consigo realizar.

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Até no sacolão?

Este é um texto no Rascunho que achei aqui hoje sem ser publicado (até onde eu sei...). Saudade da época em que idas ao sacolão produziam posts. Mesmo que ruins.

(05/02/07 - 19:09)

"Toda vez que vou ao sacolão fico meio perdido em meio a tantos vegetais e acabo demorando mais de uma hora para completar minha tarefa. Para minha tristeza vejo pessoas chegando em frente àquelas banquinhas, onde por muitas vezes não acho NADA, e rapidamente saindo com um saco cheio de vegetais ou frutas em perfeito estado. Pelo menos é isso que eles fazem parecer.

Particularmente, levo uma ida ao sacolão sempre muito a sério. Praticamente um treino para a vida. Já pensou um engenheiro de alimentos que não sabe escolher uma fruta? Ou ainda pior. Um ator? Ai, ai, ai. Ahn?

Felizmente, hoje dei um passo enorme na minha luta contra os vegetais. Consegui fazer todas as compras e não cometer praticamente nenhum erro! (ponto pro engenheiro) Consegui também fingir que tinha a mesma destreza que os outros compradores. Bastou que eu mexesse rapidamente nas frutas enquanto houvesse alguém do meu lado, dessa forma não só eu era hábil como também era um consumidor muito exigente! hahaha

Fazer o que? É mania de ator!"

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Padrão


Há tempos procuro algo que me faça sorrir de lado, mudar de cara, sair da monotonia. Hoje descobri meu lugar, fiz amigos, tomei um bom drink. Sai de casa, mudei de ares, quebrei a rotina. Visitei o desconhecido, fiquei no escuro, vi as pessoas andarem pra lá e pra cá.


Mas sabe o que é engraçado? Depois de um tempo, o sorriso se vai, a monotonia vem. Amanhã o lugar não será o mesmo e o drink não terá o mesmo sabor. Vou querer voltar pra casa, fugir das pessoas. Mudar de cara, fazer amigos, buscar novos ares e ficar novamente no escuro.


Quer saber? Eu gosto da monotonia, dos amigos, da casa e de você que me faz sorrir, descobrir, sair, visitar.


Gosto assim mesmo... Padrão.