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quarta-feira, 16 de março de 2011

O palco recomenda...

Minha nova companheira de idas e vindas no carro é a Inconfidência (100,9 FM). Por recomendação de uma amiga passei a ouvir e, após um tempo de estranhamento, a beleza da música brasileira me tomou... É daquelas rádios que ainda valoriza o artista e apresenta além do nome da música o do artista e o do compositor.


Se você pensou: "Ahhhh aquela que meu pai ouve..." provavelmente você identificou corretamente.

De Aniceto do Império a Mart'nália, e atravessando toda a MPB, a programação é muito boa e variada. Muito samba, muita bossa! Coisa boa...

Foi assim que descobri o CD Infinito Particular da Marisa Monte que tem me divertido durante as noites. Taí um pedacinho... O palco recomenda...

sábado, 4 de julho de 2009

Voltando ás raízes...

É engraçado como os temas desse blog giram, giram e giram...


Eu nunca fui de escrever muita ficção... acho que não sou muito bom nisso. No entanto, meus dois ultimos posts foram exercicios literários muito bacanas e que me fizeram ate gostar um pouco mais do gênero desafiante.

Hoje espero retornar a meu assunto predileto com a ajuda do Grupo Galpão que está estreiando seu 18º trabalho nos palcos. Fica a dica:

Till: A saga de um herói torto.
Praça do Papa
Dias 3, 4 e 5 julho 2009
Parque Lagoa do Nado
Dias 10, 11 e 12 julho 2009
Sexta e Sábado às 20h
Domingo ás 19h
Entrada Gratuita

terça-feira, 16 de junho de 2009

Budapeste

Fetschkè... Fatschkè...
Fetschkè... Fatschkè...
Fetschkè... Fatschkè...
Bunda!

Era tudo que eu conseguia pensar e dizer ao sair da sala 1 do Cine Belas Artes. Budapeste - filme baseado na obra de Chico Buarque - estava passando por lá com seus despretensiosos versos.

O filme é bonito, bem feito e quem sabe? Pode ser que tenha até me emocionado por um instante. Mas é mais um que pecou por não saber existir na solidão. Ou talvez ele saiba e o livro seja a mesma confusão ininteligível... Corrijam-me os leitores do velho Chico se eu estiver errado, mas acho que, como muitos bons romances, Budapeste coube melhor nas páginas.

Apesar de tudo isso é filme para ver de novo. Analisar. Brincar de rearranjar as muitas histórias e tentar formar o grande quebra-cabeça. É filme gostoso pra quem é adepto do cult e, com certeza, para quem leu o livro.

É filme que no dia que a gente entende vira obra de arte.

No final das contas... O palco recomenda.